Eu nem acredito que faltam apenas 15 dias para o meu aniversario.

Gente eu vu completar 25 aninhos de vida e espero que neste dia todas as pessoas que eu amo estejam ao meu lado, para eu poder beijar e abraçar muito eles.Irei comemorar 2 dias com os meus amados amigos, alias todos estao convidados,dia 23/4 no cafe piupiu e dia 29(1 dia antes do meu niver) no barbaro.

Muita gente ja me perguntou o que seria o meu melhor presente e o que posso dizer sinceramnete é que o meu maior e melhor presente vai ser estar na compania de meus amigos, namorado e familia. Tendo tudo isso serei a mulher mais feliz do mundo neste dia.

So queria desabafar isto aqui com voces...

Meus queridos e amados amigos obrigada por tudo  AMO TODOS VOCES...

BACCIOS

Tenhpo q dizer q estou feliz, memso nao vendo o jogo o meu amado time foi campeao, entao para todos saudações SÃOPAULINAS

São Paulo é campeão paulista de 2005

Mogi Mirim - O São Paulo é o campeão paulista de 2005 da Série A-1. Neste domingo, mesmo empatando por 0 a 0 o clássico contra o Santos, em Mogi Mirim, o Tricolor garantiu o título graças ao empate por 0 a 0 do Corinthians contra o Mogi Mirim. Com isso, o time do Morumbi, chega aos 42 pontos na classificação, não podendo ser alcançado por mais ninguém. É o 20.º título são-paulino na história da competição .

Alguns amigos dizem que sou polêmica por gostar de determinados assuntos, um deles é eu gostar de ler coisas sobre Hittler(acho que todos sabem quem é), pois bem, recebi esse texto ontem via e-mail de um site chamado comunique-se e gostaria que voces opinassem a respeito.

Os leitores de Hitler

José Paulo Lanyi


 
"TELETIPO
Mein Kampf é best-seller na Turquia

A comunidade judaica está preocupada com o atual best-seller da Turquia, a reedição de Mein Kampf (Minha Luta), livro em que Adolf Hitler expõe sua teoria anti-semita, entre outras falácias que fundamentaram o nazismo. Pelo menos duas editoras publicaram a obra recentemente, segundo a AP [24/3/05]. Diplomatas alemães em Istambul estudam como tomar medida legal para conter a disseminação do livro no país. No mês passado, foi necessário procedimento deste tipo na Polônia. Os direitos sobre Mein Kampf pertencem ao governo do estado da Baviera, que não os concede a editoras para evitar a proliferação da ideologia nazista”.

A julgar pela nota acima, publicada no site Observatório da Imprensa, a Idade Média está de volta. Fariam melhor se, movidos pelas boas intenções, calcinassem a obra maldita. Praça pública. Forcas. Leitores e editores. Fogueiras.

Por uma falha cultural, nunca pus as mãos na autobiografia do ditador. As razões são esparsas, não se impõem em uníssono. Fosse porque eu tivesse outras prioridades, fosse porque, ao me cobrar uma leitura, pouco fizesse para empreendê-la. Mas bem que tentei, lembro-me de tê-la procurado, em algum desses giros despretensiosos pelas livrarias dos tempos chuvosos. Deve ter sido coincidência, mas a resposta era sempre a mesma: -Nós não temos.

Como não insistisse e não saísse ao seu encalço, nunca lhe vi a capa. Imagino que contenha um fanfarrão de perfil, uma suástica, um quepe, o preto, o branco e o vermelho.

Sei do que se trata, contudo. Nunca precisei me disfarçar de eremita, nunca lancei mão das tochas, nunca fui às catacumbas para saber um pouco mais. Sei porque li as referências. Sei porque muitos puderam escrever, muitos relataram a mesma história. Não me tornei nazista por isso.

Sei, também (porque os jornalistas nos contam), que o neonazismo dá as caras na Europa, chega de mansinho, cooptando as mentes fracas ou carentes de uma opção político-social à altura das necessidades do nosso tempo.

Não desconheço a grande culpa no coração da Alemanha contemporânea. E a grande chaga na alma de um povo massacrado e altivo. Tempos atrás assisti ao filme "O pianista", do Polanski. Uma obra-prima, um chute no estômago, o recrudescimento da vergonha de toda a humanidade. O gueto de Varsóvia é o oceano da nossa omissão histórica, é o mar da repressão que se traveste de liberdade, a pseudodemocracia de alguns forjada para a ruína de uma maioria perplexa (ou de uma minoria sem saída). Sei porque vi.

O tema me é caro. Há alguns dias conversei com um casal jovem, dois diretores de teatro que já estão indo atrás de dinheiro para encenar a "Klaus Baumer", comédia que escrevi com o Sérgio Carvalho Filho, a história de um velho alemão decidido a "implantar" o nazismo em um país tropical. Disse-lhes assim: - A própria comunidade judaica deverá receber mal o nosso trabalho. Não gosta de que "estranhos" tratem desse assunto, muito menos de forma humorística, ainda que seja uma crítica à ideologia dos opressores.

Os jovens entenderam e, mais uma vez, se solidarizaram com a ousadia. Jovens, benditos sejam.

Tabu é uma palavra funesta. Reúna um líder e uma centena de seguidores, talvez menos, a depender da sua composição. Dêem-lhe dois ou três tabus e eles avançarão, seja lá o que preguem.

No feriado passado trabalhei com o Fernando Masagão em um outro texto. Pegamos três filmes na locadora (um deles o porno-histórico "Calígula") e lemos parte de "A Vida dos Doze Césares", do historiador Suetônio. Estamos debruçados sobre Nero (o que, dito assim, reconheço, soa comprometedor). Como você sabe, Nero também fez das suas. Teço loas a Suetônio, a Tácito e a outros mais. Não são isentos de falhas, mas contaram o que aconteceu por lá.

Pode-se ressalvar: "Eles não escreveram para difundir uma ideologia perigosa e viveram há muito tempo, o Império Romano não ameaça mais ninguém, sobretudo porque não existe. Por isso, não faz sentido dar relevo à democratização irrestrita da leitura de documentos históricos".

Discordo. O proibido arrebata a mente dos jovens. De nada adiantará esconder as mazelas históricas e as deformidades do pensamento político. Que o fenômeno turco seja a catapulta para um debate público sobre o robusto interesse pela obra do monstro, que, aliás, era tão artista quanto Nero. Temos aí uma boa pauta internacional. Quero "Mein Kempf" na prateleira do mundo, bem ao lado das luzes da humanidade. Para que todos saibam, pelo contraste, quão baixo somos capazes de chegar.
 

Sandra Bullock está de volta, armada e poderosa

Em Miss Simpatia 2, a atriz continua irresistível como a agente Gracie Hart, que investiga o seqüestro da Miss América

/Divulgação
A personagem de Sandra Bullock continua irresistível na seqüência de Miss Simpatia

São Paulo - Miss Simpatia 2, que estréia hoje em mais de cem salas de todo o País, é o tipo do filme que você já começa a esquecer antes mesmo de terminar de assistir. Não entenda estas linhas como desestímulo para ir aos cinemas, pois a personagem de Sandra Bullock continua irresistível.

Você se lembra dela - Gracie Hart. A agente do FBI que, no filme anterior, passava por um banho de butique para infiltrar-se entre as candidatas do concurso Miss EUA - como parte da caçada a um criminoso -, está de volta e totalmente em crise. Logo nas primeiras cenas, Gracie leva o fora do namorado, arranja uma parceira de maus bofes que a hostiliza e faz tantas besteiras no exercício da profissão que, de nova face do FBI, como pretendia seu chefe, vira um constrangimento para a central de investigações. Mas ela conseguirá dar a volta por cima. Duvida?

Vai arranjar uma amiga na parceira hostil, interpretada por Regina King, de Ray. E vai reencontrar a Miss EUA do filme anterior, Cheryl, que é seqüestrada e jurada de morte em Las Vegas, em companhia do apresentador do concurso, Stan Fields (William Shatner, o capitão Kirk da série Jornada nas Estrelas). É um filme de fórmula, que transpõe para o feminino o esquema das duplas de policiais brancos e negros. E trata de relacionamentos, não necessariamente de casais.

Gracie Hart não é só Miss Simpatia 2. Ela é também armada e poderosa, como informa o subtítulo. Em Vegas, hospeda-se no Venetian e só para ver a breguice de um dos hotéis mais caros do mundo já vale ir ao cinema. O Venetian é aquele hotel que reproduz Veneza no seu lobby, com direito a Piazza di San Marco e canais onde circulam gôndolas exatamente iguais às italianas. É o cenário da perseguição de Gracie à falsa Dolly Parton, se bem que, em Vegas, é difícil descobrir o que é fake ou não. Há também a boate tipo gaiola das loucas e o Treasure Island, onde culmina a ação e a turma do mal é desmascarada. Nada disso é relevante, mas diverte.

E como resistir a um filme em que Sandra, ao usar um vestido de paetês, diz que o modelito era de Edgar J. Hoover? Você sabe quem foi. Não sabe? Hoover foi o duríssimo diretor do FBI na época mais brutal da guerra fria. Era mais poderoso que o presidente dos EUA, fazia e desfazia reputações, tinha permissão para matar. E era gay, mas, claro, este foi o segredo mais bem guardado da política norte-americana.

Uma singela homenagem ao meu filhotinho q partiu deste mundo no dia 12/03.

Lindo o meu bebe né??sinto saudades dele, era o meu maior e melhor amigo.

Essa sou eu, para me conhecerem um pouquinho...

Este texto é de um autor muito MARAVILHOSO chamado Eugenio Kusnet, para quem não conhece ele escreve peças teatrais e ate mesmo livro sobre metodologia teatrais e este texto simplesmente traduz o que é ATUAR, para quem gosta vale a pena ler e reflatir.
"Entre todas as artes, a arte dramática talvez seja a única que não pode ser exercida por uma só pessoa. Ela é essencialmente sujeita ao resultado do trabalho conjunto, de equipe. Quanto maior for a harmonia existente entre elementos da equipe(...)quanto maior for o espírito de coletividade no trabalho, tanto melhor será o resultado."
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